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Carlos Silva

Opinião

"SATA: sinais encorajadores "

Carlos Silva
2020-07-29

 

Nos últimos dias, o Grupo SATA voltou a estar no centro das atenções, quer através do debate político no Parlamento Regional, quer nas inúmeras notícias e opiniões publicadas.
Por um lado, há partidos mais radicais e menos responsáveis (como o PPM e PSD) que defendem que o Plano de Negócios/Reestruturação para o período 2020-2025 deve ser tornado público, imediatamente, sem estar concluído e sem que tenha sido analisado e aprovado pelo Governo dos Açores, o acionista do Grupo SATA.
Tornar público agora este Plano poderá implicar graves consequências na viabilização do Grupo SATA, sobretudo por constituir uma pressão adicional e desnecessária sobre a Comissão Europeia, quando está em curso um pedido de autorização para os auxílios de Estado.
Por outro lado, o Bloco de Esquerda defende que a SATA deve esquecer a concorrência feroz feita pela TAP, nos últimos anos, em determinadas rotas, e o abandono das rotas do Faial e Pico, para, agora, através de um Projeto de Resolução eleitoralista, sem qualquer efeito prático, SATA e TAP celebrarem um “acordo estratégico”.
Mas a verdade é que a Administração da SATA, mesmo condicionada pela pandemia e pelos seus impactos na operação e na recuperação económico-financeira, tem vindo a fazer o seu trabalho, mesmo sem “acordos estratégicos” escritos numa Resolução.
Sobressai, desde logo, a alteração da política de comunicação, para dentro da empresa e para o seu exterior, de forma a envolver e motivar os colaboradores, como parte da solução, na recuperação do grupo SATA.
Ao mesmo tempo que a economia regional começa a recuperar, ainda que lentamente, a operação de transporte aéreo foi retomada de forma gradual e segura, assegurando alguns fluxos económicos para todas as ilhas e, mais importante, a mobilidade interna e externa dos Açorianos.
A este respeito, destacamos alguns sinais encorajadores do trabalho feito na recuperação económico-financeira do Grupo SATA:
i) Volvidos alguns meses após o início de funções do atual Conselho de Administração, verificamos que o prazo de resposta às solicitações e reclamações dos clientes tem vindo a reduzir substancialmente, estando praticamente regularizado e em dia. Este facto é particularmente relevante, porque o Presidente da SATA, na audição da Comissão de Economia, definiu como prioridade para o seu mandato melhorar o nível de satisfação dos clientes e a qualidade do serviço prestado.
ii) Na audição realizada, recentemente, na Comissão de Economia ficamos, também, a saber que taxa de ocupação dos passageiros (load factor) nos voos operados pela SATA, interilhas e para o exterior, após a retoma, tem vindo a aumentar de forma gradual e consistente, estando acima dos valores praticados por outras companhias aéreas, neste momento particularmente difícil.
iii) O Plano de Negócios/Reestruturação para o período 2020-2025 do Grupo SATA está a ser preparado pela Administração de forma meticulosa, tendo em consideração a situação real do grupo antes da pandemia, os impactos provocados pela queda abrupta da procura e o “caminho” que é necessário percorrer para inverter os resultados negativos dos últimos anos. Este trabalho está a ser feito de “de dentro para fora”, resolvendo os problemas e planeando o futuro com Confiança e Responsabilidade, sem ceder às ingerências políticas dos partidos da oposição e sem menosprezar as dificuldades existentes.
Mais do que nunca, os Açorianos precisam de uma SATA robusta, sustentável, que continue a servir a Região, parando quando é necessário parar e voando quando é necessário assegurar a mobilidade dos Açorianos interilhas e para o exterior.
Mais do que nunca, o turismo e a economia regional precisam que a SATA volte a ter um papel estruturante na retoma económica e no desenvolvimento harmonioso das nove ilhas do nosso magnifico arquipélago.
É por isso que apelamos, uma vez mais, ao consenso e à união em torno da recuperação económico-financeira do Grupo SATA, resistindo à tentação de usar a SATA como arma de arremesso político e dando condições para que a atual Administração consiga desenvolver o trabalho a que se propôs.

 

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