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Boa capacidade de execução tem de ter “expressão prática” nas negociações dos próximos fundos comunitários, afirma Vasco Cordeiro


Presidente do Governo escolhido para candidato do PSE à Presidência do Comité das Regiões


Governo assume compromisso de tudo fazer para que a SATA sirva cada vez melhor os Açores e os Açorianos, afirma Vasco Cordeiro


Isabel Rodrigues defende equilíbrio na condicionalidade ambiental para acesso aos fundos comunitários


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Hernâni Bettencourt

Opinião

"Ser do contra votando a favor de quase tudo!"

Hernâni Bettencourt
2019-08-03

 

Fez por estes dias 1 ano que a TVI colocou no ar uma reportagem intitulada “Sem Misericórdia”. Essa alegada e aparentemente grande investigação foi-nos vendida em duas partes. Um primeiro dia dedicado à Santa Casa da Misericórdia de Ponta Delgada e o segundo à Santa Casa da Misericórdia de Angra do Heroísmo. Às referidas reportagens seguiram-se diretos em todos os noticiários nacionais e inúmeros programas de debate sobre “maus-tratos a idosos”. Obviamente que estávamos na presença de todos os ingredientes para causar um tremendo alarme social. A matéria em causa não era para menos. Violência psicológica e física sobre pessoas fragilizadas, omissão de auxílio, negligência, alimentação deficitária, falta de medicação, escassez de profissionais, instalações pouco dignas onde se incluía um “quarto da morte”, alheamento das entidades públicas com responsabilidade nesta área e culminava com um alegado saneamento de quem tentou denunciar todas as infames práticas ali ocorridas. Tínhamos a chamada “bomba” que faria rolar cabeças e, consequentemente, convidava, sem sequer pararem um segundo para pensar, à máxima exploração pelos partidos políticos da oposição. Dito e feito. Enquanto o Governo e o PS solicitavam, com carater de urgência, a audição dos responsáveis pela matéria objeto da reportagem da TVI; o PSD, no dia seguinte à reportagem, sem se preocupar em ouvir as indispensáveis explicações sobre o teor das “peças jornalísticas”, bem como a forma como o Governo iria responder às gravíssimas imputações que lhe tinham sido feitas, tornou público a intenção de avançar para a constituição de uma comissão de inquérito. Acontece que a gravidade e seriedade do assunto em causa impunha um pensamento de maratonista, uma vez que era óbvio que a delicadeza da matéria iria levar à abertura de diversos processos judiciais e, consequentemente, à dificuldade de realização de um trabalho parlamentar que não conflituasse com o poder judicial. Uma comissão de inquérito, ainda que vestida de poderes judiciais, não é (e bem!) um Tribunal. Ora, o PSD pensou como um velocista. E qual foi o resultado? A requerida comissão de inquérito terminou, com a entrega do respetivo relatório final (disponível na página da Assembleia Regional), no passado dia 16 de julho. Portanto, quase um ano após a passagem da reportagem. E terminou com um PSD extremamente cansado (e nem as suas funções de Secretário da mesa cumpriram) que, inclusivamente, tentou no dealbar dos trabalhos suspender “sine die” a conclusão dos mesmos; com um PSD isolado, uma vez que apesar de ter votado favoravelmente 80% das respostas aos quesitos e conclusões e 100% das recomendações decidiu votar contra o relatório final para não ficar do mesmo lado que o PS, CDS-PP e BE; e com um PSD zangado com o factos apurados. Dizem eles que se devia ter ido mais longe… Será isto uma confissão de arrependimento por parte do velocista? Ironia é que não deve ser, já que o assunto é demasiado sério!

 

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