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Vasco Cordeiro anuncia projeto para fazer da Graciosa “ilha modelo” da mobilidade elétrica


Vasco Cordeiro enaltece esforço de 12.500 Açorianos que apostaram no reforço das suas qualificações


Resultados concretos comprovam “profunda mudança estrutural” registada no setor vitivinícola, destaca Vasco Cordeiro


Novo terminal de passageiros consta do Plano de Reordenamento do Porto da Praia da Graciosa – Vasco Cordeiro


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Hernâni Bettencourt

Opinião

"Desnorte total"

Hernâni Bettencourt
2019-10-19

 

Alexandre Gaudêncio foi eleito Presidente do PSD/Açores no dia 29 de setembro de 2018. 1716 militantes, correspondendo a 60,9% dos votos, depositaram nele a sua esperança de ver o partido voltar a ser o inquilino do Palácio de Santana. A missão, convenhamos, era difícil. Inverter uma tendência de perda que se manifesta, consecutiva e quase sempre crescentemente, desde 1996 não seria “pera doce”. Gaudêncio, de sorriso rasgado, anunciava pouco depois de conhecidos os resultados da disputa interna que vinha aí “um novo rumo”; “um tempo de mobilização para o partido de cidadãos com provas dadas”; “um tempo de união”; “um partido a uma só voz para combater o PS”; “com o objetivo de devolver a mística de vitórias” e, por fim, lá surgiu o que os companheiros queriam ouvir: “o PSD será Governo na Região Autónoma dos Açores já nas próximas regionais de 2020”. A fasquia estava colocada no máximo. O risco de o “saltador” passar por baixo da mesma era grande. Risco esse que, rapidamente, passou a certeza. A desejada (?) união interna nunca passou de uma miragem, uma vez que Gaudêncio entrou num jogo de sombras com Pedro Nascimento Cabral, José Manuel Bolieiro e Sofia Ribeiro. A equipa escolhida para integrar o executivo do partido nem chegou a ter estado de graça. As críticas internas, algumas em surdina e outras em público, não se fizeram esperar. As Europeias foram aquela tragédia que todos conhecemos, com a agravante de ter arrastado o Presidente Mota Amaral para um filme com um guião previamente estabelecido pelo líder nacional. O processo das legislativas nacionais também dava outro filme, cuja classificação não é muito recomendável. No meio de tudo isto, ainda houve a constituição de Gaudêncio como arguido; reuniões intermináveis dos órgãos e estruturas do partido; demissão de dirigentes; deserção de militantes; críticas internas contundentes e vários pedidos de clarificação interna, sendo obviamente o de Nascimento Cabral, cuja presença tem sido quase diária na comunicação social, o que mais eco e maior mossa fez em Gaudêncio. O cenário, convenhamos mais uma vez, era de uma complexidade extrema. Gaudêncio, julgávamos nós, iria aproveitar a noite eleitoral de 6 de outubro último para, à boleia do resultado mínimo alcançado (30% e 2 mandatos), demonstrar que ainda estava no controlo do jogo. Surpreendentemente, ou talvez não, Gaudêncio não deu o passo para a pretendida clarificação. Optou por não querer ver a realidade e, assim, perdeu o controlo da bola. Uns dias depois, desorientado ao perceber que a bola já estava longe demais, decide dar um sinal de vida e declarar apoio a Luís Montenegro. Foi o seu último ato político antes do que já se ouvia por aí. A demissão estava iminente. Concretizou-se no passado dia 15. Dois anos após ter chegado a líder regional do PSD. Dois anos de ausência de ideias, contributos e políticas alternativas. Dois anos pejados de ataques pessoais, incoerências e impreparação. Dois anos perdidos. Dois anos que dão razão ao histórico Presidente do PSD (Francisco Sá Carneiro) quando afirmou que “Em política, o que parece é.” Infelizmente, para os Açores. Aguardamos agora pelo mais (im)previsível dos cenários: a recandidatura de Gaudêncio!







 

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