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Dionísio Faria e Maia

Opinião

"De Lá para Cá. O que é a política?"

Dionísio Faria e Maia
2018-03-10

 

Longe de mim assumir toda a filosofia do ato desta caracterização; isto por uma razão muito simples, não sou formado nesta matéria e se o fosse, mesmo assim defenderia uma corrente, uma teoria ou mesmo a posição de um qualquer politólogo clássico ou moderno.
Mas, não resisto ao reconhecimento da “imparcialidade homérica”, esta raiz percursora da polis grega e da fundação romana, que dá lugar à política como espaço de coabitação de pontos de vista diferentes sobre um mesmo mundo.
A partir daí, o mundo dos homens é um espaço de espetadores e atores, organizados em sistemas e opções, preferencialmente com liberdade de pensar e de movimento crítico e cultural que deve fazer face a todos os totalitarismos.
Citando Hannah Arendt:… política e liberdade estão interligadas, e a tirania para além de ser o pior dos regimes, é mesmo o mais antipolítico.
Ninguém pode discordar disso e é bom lembrar que todos os movimentos antipolítica são movimentos para a perda de liberdade.
Mesmo sem querer, já me alonguei em considerações que vêm a propósito do paradoxo de alguns acharem que a representação da polis nos seus conselhos e estruturas de decisão deve ser apartidária, independente e porque não apolítica, remetendo para os competentes setoriais, a sua melhor representação.
Quem já estudou este modelo de representação, concluiu ser esta a pior maneira de participar nas tomadas de decisão políticas acerca duma comunidade; com o que estou completamente de acordo, salvaguardando a representação no específico dos grupos profissionais ou empresariais de per si.
Por isso as afirmações e a defesa de que na constituição do Conselho Económico e Social, deve haver mais sociedade civil e menos organizações(?); e a afirmação de que os Conselhos de Ilha devem ser independentes dos partidos e do poder local, são a apologia de menos política; como se não fosse a política, como já referi, o lugar de coabitação de pontos de vista diferentes sobre o mesmo mundo, mesmo pela voz dos cidadãos.
Viveremos sempre em conflito existencial connosco e com o outro. Isto é o mundo dos homens que na sua liberdade de expressão é político, que na sua evolução filosófica é político, que na sua participação como elemento da tal sociedade civil, que alguns querem conotar como apolítica (como se isto existisse), é mais político ainda.
A sociedade civil organizada é uma mescla política, tão rica como a democracia que praticar.
Que não restem dúvidas que a sociedade civil sejam todos os indivíduos integrados na polis, cidadãs e cidadãos com plenos direitos políticos e dever de representação se a isso chamados.
Perigosamente, assistimos a esta tentativa de ilusão do real, que não será mais do que a tendência para outro tipo de controlo, que a história nos ensina como tendo sido uma das géneses dos movimentos totalitários de má memória. Perder-se a política, é perder-se a liberdade.

 

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