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Sónia Nicolau

Opinião

"Greve. A palavra de arranque de 2018"

Sónia Nicolau
2018-01-03

 

As greves estão no topo de qualquer pesquisa algorítmica e da vida política e económica. Dizer
que as greves são um direito constitucional é, já, um lugar comum da retórica. Ser comum em nada enaltece o ato de decidir-se pela greve.

Greve 1 – a greve e a crise – de 2000 a 2005, realizaram-se 1126 greves, tendo aderido 229000 trabalhadores; no período de 2011 a 2016, registaram-se 575 greves , com adesão de 257000 trabalhadores. Em período de crise o recurso à figura da greve parece ter sido em menor recurso, mas mais eficaz perante o número de trabalhadores disponíveis a perderem dias de salários.

Greve 2 – a greve e a recuperação de rendimento - em 2017, sem registos oficiais, estaremos na presença de uma centena de greves. O número compara-se aos períodos de 2012 e 2013(pico da crise).
No mês de outubro de 2017, mês do início das negociações do orçamento de Estado, em metade do mês registaram-se greves. Se em 2012 e 2013, os grevistas reclamaram os cortes e os congelamentos da carreira; em 2017, os grevistas reclamaram aumentos e valorização das carreiras.

Greve 3 – a greve e o clima positivo do país- iniciamos 2018 com clima de recuperação e crescimento económico: recuperação de vencimento, aumentos em abonos, rendimento social de inserção, ordenado mínimo, reposicionamento de carreiras e contagem de tempo de serviço para efeitos de progressão na carreira. Neste clima positivo, há greves marcadas nos diferentes setores, com início amanhã. Em períodos de recuperação e crescimento económico, há uma perceção, e bem, do direito de os trabalhadores serem, também, parte credora desse clima positivo.
Nada mais justo, porque eles foram uma das partes chamadas a pagar a crise.

Greve 4 – a greve de professores - inicio do 2º período. As negociações para a contabilização dos 9 anos de contagem de serviço estão a decorrer, sendo nos Açores de 7 anos – 2 já foram recuperados. Existe um compromisso, não de um diretor ou de um secretário regional, mas sim do Presidente do Governo – sufragado pelos Açorianos - de aplicar nos Açores o negociado a nível nacional ressalvando eventuais adaptações, caso se justifique.

Este artigo será publicado no primeiro dia dos três dias de greve, após a interrupção letiva de natal de professores e alunos– necessária e merecida. Não estando o diálogo esgotado entre o ministério da educação e sindicatos - onde os sindicatos regionais estão representados - o risco da banalização da greve, é o desta perder a sua eficácia perante o poder político e económico e, mais grave, o de fragilizar a classe de professores perante a sociedade.
Respeito o direito à greve. Não percebo esta greve enquanto mãe, professora e política. É inconsequente no tempo e no modo.

 

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